Continuando com o novo formato de não apenas publicar resenhas e críticas sobre filmes, mas também publicar algumas noticias e novidades sobre a sétima arte.
Steve Jobs contará a história de uma das mentes mais brilhantes do final do Século XX e inicio do Século XXI. O filme ainda conta com um elenco que impõe respeito, Michael Fassbender, Kate Winslet , Seth Rogen entre outros. A direção está por conta do excelente Danny Boyle (127 Horas, Quem Quer Ser um Milionário?, A Praia).
O filme tem sua estreia prevista para o Outubro de 2015 nos Estados Unidos e Janeiro de 2016 no Brasil.
A Pixar voltando a sua velha forma e nos presenteando com uma das melhores animações da
história. Após um período de lapso criativo onde eles só faziam continuações ou
spin-off como Carros 2, Universidade de Monstros, Aviões, entre outros, eles
conseguem trazer uma animação totalmente nova e que chega para marcar.
Inside
Out é uma animação com a marca da Pixar pois cativa mais os pais, ou as pessoas
mais velhas do que as próprias crianças. É claro que os personagens são
coloridos, bonitos e agradam as crianças, porém a mensagem que o filme passa
dificilmente será compreendida pelas pessoas mais novas. É um filme que
consegue te cativar, mesclando momentos alegres e tristes.
O
modo como o filme explica cada espaço da nossa mente é muito interessante, como
a fábrica de sonhos, o subconsciente, as memórias bases, as ilhas de personalidade,
e como tais aspectos são moldados e alterados ao longo do tempo.
E a
condensação dos sentimentos em 5 grandes sentimentos (alegria, tristeza, medo,
raiva e nojinho) colaborou muito para que as crianças pudessem entender melhor
o filme,o fato deles serem fofinhos
também colabora para que as crianças sintam-se conectadas com eles.
O
filme possui uma evolução muito acertada, conseguindo mostrar claramente crescimento
de Riley, a maior parte do filme se passa dentro do cérebro dessa garotinha de 11 anos,
e que as memórias bases não são formadas unicamente com um único sentimento,
como acontecia no começo do filme. No inicio do filme, todas as memórias bases
eram alegres, no fim os próprios sentimentos entenderam que as
memórias bases deveriam ser uma mistura de sentimentos.
Outro
ponto forte do filme é o Bing Bong, uma mistura de algodão doce rosa, elefante,
golfinho, e não sei o que mais, que era a representação do amigo imaginário de
Riley. Toda a representação desse personagem desde a primeira cena em que ele
aparece, até a última cena, que possui uma semelhança fantástica com uma das
cenas mais icônicas da história da animação que tem o Simba como o ponto
central, é algo que será lembrado por muito tempo.
A
tristeza e a relação entre a mesma e a alegria é algo a se comentar a parte. A
forma como o filme mostra como funciona a tristeza e o quanto ela é importante
no nosso desenvolvimento e a representação de que a alegria e a tristeza podem
andar juntas para moldar aquilo que nós somos mostra o quão impactante é esse
filme.
Inside
Out merece ganhar todos os prêmios que concorrer, um dos melhores
filmes do século XXI.
A Sony e a Marvel finalmente escolheram seu Peter Parker e o seu nome é Tom Holland que atuou em The Impossible e estará nos cinemas em Dezembro com In the Heart of the Sea.
Tom Holland já deve aparecer no filme Captain America: Civil War, previsto para Abril de 2016, além de aparecer no novo filme do Spider-Man previsto para Julho de 2017.
Tom Holland é o grande vencedor de uma disputa que primeiramente tinha como favoritos Logan Lerman (Percy Jackson) e Dylan O'Brien (Maze Runner), e depois passou a ter como favorito o Asa Butterfield (Hugo Cabret, Ender's Game).
Confesso que o meu ator favorito para viver o novo Peter Parker era o Asa, na minha opinião ele tem mais cara de Peter, porém a escolha do Tom também foi acertada. Agora esperar para ver essa nova fase do Spider-Man dentro do MCU (Marvel Cinematic Universe).
Gênero: Aventura/Sci-Fi Distribuidora:Universal Pictures Amblin Entertainment
China Film Co.
Legendary Pictures
Universal Pictures
Diretor: Colin Trevorrow Orçamento: $150M Ano de Lançamento: 2015
SPOILER NOSTALGIA
Primeiro de tudo, não contarei muito
da história do filme, apenas aspectos gerais do mesmo.
Jurassic
World cumpre com muito êxito a função de ser um filme pipoca e consegue
encantar tanto as crianças quanto os mais velhos que assistiram ao primeiro
filme da franquia lá em 1993. Os efeitos gráficos foram muito bem utilizados e
o filme teve o tom certo para sua proposta.
Não podemos fazer comparações entre
Jurassic World e Jurassic Park, o primeiro filme da franquia é com certeza
melhor que o novo filme, porém Jurassic World consegue resgatar alguns
elementos do primeiro filme e adicionar novos aspectos resultando num filme
muito divertido para se assistir.
Caso você tenha ressalvas quanto ao
filme, fique tranquilo eu também tinha. Eu imaginava que seria um filme bem
fraquinho, até porque os trailers não colaboraram muito. Mas a partir do
momento que começa a tocar a obra-prima de John Williams você amolece.
A escolha do elenco também foi
extremamente acertada começando pelo Chris Pratt que faz Owen. Se alguém tinha
alguma dúvida de que o Chris deveria ser o novo Indiana Jones a atuação dele em
Jurassic World não deixa dúvidas, ele merece herdar o posto do Harrison Ford.
É preciso também destacar a
participação das crianças do filme, principalmente de Ty Simpkins (Gray) que
conseguiu ser aquela criança empolgada, inteligente, mas que não era irritante
e com isso consegue cativar o público, ou seja, não torcemos para ele morrer. Nick Robinson (Zach) fez o papel do irmão mais velho de Gray e também teve uma
atuação bem interessante ao longo de todo o filme.
Outro ponto alto do filme foi a atuação
de Vincent D’Onofrio (Hoskins), as últimas performances de Vincent estão sendo
louváveis, seja como Wilson Fisk (Daredevil) ou Glen Palmer (The Judge). Vincent foi a escolha certa para fazer o papel de um dos “vilões”
humanos do filme.
Bryce Dallas Howard (Claire) apesar
de ser a atriz principal do filme, e fazer par com o Chris Pratt em boa parte do filme,
acabou não sendo explorada na sua totalidade. Bryce esteve bem no papel, mas a
sua personagem deveria ter sido mais bem construída ao longo do filme.
A volta do BD Wong como o cientista
Dr. Henry Wu colabora ainda mais para o ar nostálgico de algumas cenas do
filme. Boa parte do respiro cômico do filme fica a cargo de Irrfan Khan (Simon
Masrani), principalmente nas cenas que ele tenta pilotar o helicóptero sem possuir licença.
Como disse no começo, esse filme não
será um clássico como foi o primeiro filme e também não será um dos melhores filmes do
ano. Mas ele cumpre sua proposta de nos entreter e nos deixar deslumbrados com os
dinossauros na tela grande.
É preciso também mencionar a participação
muito efetiva dos Velociraptors: Blue, Charlie, Deltae Echo. Se no primeiro filme eles eram vilões,
nesse filme eles se tornam um dos salvadores. É preciso mencionar aqui que fica
totalmente explicado no filme o motivo pelo qual eles obedecem aos comandos de
Owen.
O Indominus Rex, o dinossauro híbrido
do filme, é imponente e transmite a tensão necessária para um animal desse
porte. Além disso, ele é extremamente inteligente, consegue se camuflar e mata
por esporte.
A computação gráfica utilizada é fantástica,
você realmente se sente dentro de um parque rodeado de dinossauros e todos eles
são muito bem feitos.
Como ponto fraco é possível mencionar
o fato do filme enrolar para efetivamente começar com as cenas de ação,
aventura e tensão. A participação do Jimmy Fallon como o guia turístico de uma
das atrações do parque é sensacional.
Com certeza o ponto de destaque do filme é
a sua sequencia final que consegue transmitir tudo aquilo que desejamos ao assistir
um filme da franquia Jurassic, nada como “mais dentes” para entreter.
Gênero: Drama/Thriller Distribuidora:StudioCanal Produtoras: Crab Apple Films Protagonist Pictures Warp Films Diretor:Yann Demange Orçamento: $8.1M Ano de Lançamento: 2014
Assista e não ligue para Spoilers!
Provavelmente
você não tenha ouvido falar de '71, caso tenha ouvido e principalmente
assistido, deixo aqui meus sinceros parabéns. Caso esse filme seja ainda
desconhecido para você, fique sabendo que '71 é um dos melhores thrillers dos
últimos tempos.
'71
conta a história de Gary Hook (Jack O’Connell) durante todo o
conflito existente em Belfast no ano de 1971. Hook fazia parte de um regimento
britânico destacado para conter os ataques entre católicos e protestantes na
Irlanda do Norte.
A
primeira sequência do filme que mostra o treinamento dos cadetes britânicos já
nos dá pistas de como será o estilo de filmagem e fotografia para o restante do
filme, estilo esse que corrobora ainda mais para a emoção do filme.
Com
seu regimento indo para Belfast, Hook conhece Lt. Armitage (Sam Reid) o chefe da sua operação,
Armitage se mostra um oficial extremamente preocupado com seus comandados e vai
atrás de Hook quando descobrem que o mesmo ainda está vivo.
A
primeira missão do regimento era ajudar a polícia local numa busca por armas,
porém tal missão acabou fracassando, com abusos da polícia norte irlandesa e um
tumulto iniciado pela população. No meio de toda a confusão um garoto rouba um
rifle de um dos oficiais então Hook e outro soldado vão atrás do garoto para
recuperar o rifle só que acabam encurralados por um grupo de jovens do IRA e
começam a apanhar. Após serem salvos por uma mulher, o colega de Hook acaba
assassinado por Haggerty. Hook então foge e começa toda a perseguição para
capturá-lo e matá-lo.
O
grupo formado por Quinn (Killian Scott), Paul Haggerty (Martin McCann) e Sean (Barry Keoghan), começa uma busca
frenética atrás de Gary para assassiná-lo também. Vale lembrar que eles faziam
parte de uma vertente mais radical e jovem do Irish Republican Army (IRA).
Depois
de conseguir despistá-los Hook encontra um garoto que o leva até um bar onde
supostamente encontraria outros oficiais e poderia ir embora para casa. Só que
ele não imaginava que tais oficiais também pretendiam que Hook fosse
assassinado por ter presenciado a execução do seu colega.
O
bar onde Hook estava então explode, porém ele se salva por ter saído segundos
antes, porém ele acaba sendo atingido pela explosão e fica muito ferido. Hook
depois de caminhar alguns quarteirões acaba desmaiando e acaba sendo salvo por
Eamon (Richard Dormer) e sua filha Brigid (Charlie Murphy) que o levam para a
casa e conseguem salvá-lo.
Oficiais
britânicos, porém não eram bem-vindos dentro daquele contexto de guerra civil
existente em Belfast e Eamon e Brigid não sabiam o que fazer com ele, então
eles entram em contato com Boyle (David Wilmot) um líder sênior do IRA
para ajudá-los.
Então
acontece o ponto alto do filme. Os jovens do IRA seguem Boyle até a casa de
Eamon e decidem invadir a casa de Eamon e acabam descobrindo que Hook esteve
lá, Hook fora esperto e ao ouvir a conversa entre Boyle e Eamon minutos antes,
decide fugir. Então começa uma perseguição frenética dos jovens do IRA atrás de
Hook para matá-lo.
Essa
sequencia que quase não possuí diálogos é de tirar o fôlego, você com certeza
ficará ligado para saber qual será o destino de Hook e do pessoal do IRA.
'71
consegue te transportar para todo o contexto que Hook estava vivenciando e
transmitir toda a emoção na busca pela sobrevivência. Os diálogos são muito bem
construídos e o roteiro muito bem fundamentado. É preciso salientar também o
trabalho de todos os atores, principalmente de Jack que tem uma atuação
formidável como Gary Hook.
Seria
muito maçante citar todos os personagens e atores que tiveram importância
dentro filme, por isso, eu acabei citando aqueles que fizeram uma maior
diferença ao longo de todo o filme dentro da minha visão.
Se
você gosta de thrillers e filmes de tirar o fôlego '71 não irá te decepcionar.
Ainda mais que o final do filme não é totalmente um conto de fadas.